Como pretendemos armazenar a energia gerada pelo nosso meio éolico segue abaixo uma descrição de como funciona uma bateria!!
Trata de uma troca de elétrons entre duas espécies,
um agente oxidante e um agente redutor. Por exemplo, no caso da pilha alcalina
tem-se uma barra de manganês metálico eletroliticamente puro, imerso numa pasta
de hidróxido de zinco. Dela são conhecidos os respectivos potenciais-padrão de
redução, conforme as equações abaixo:
Mn2+ +
2e → Mn0 E0 = -1,18V
Zn2+ +
2e → Zn0 E0 = -0,76V
Inicialmente, ambas as equações apresentam uma
redução (recebimento de elétrons). Para se chegar ao potencial gerado pela
pilha, deve-se inverter a equação de menor valor, independentemente de sua
natureza, invertendo-se assim o sinal matemático da mesma, de modo a chegar-se
a:
Mn0 →
Mn2+ + 2e E0 = +1,18V
Zn2+ +
2e → Zn0 E0 = -0,76V
Ao se somar os potenciais de oxidação (primeira
equação) e de redução (segunda equação), chega-se o potencial gerado pela pilha
na associação dos dois metais. No caso, a pilha possui um potencial de +0,42
volts. Ao se associar, em série ou paralelo, conjuntos individuais dessas
duplas de metais, aumentando o potencial referido potencial individualmente,
formamos uma bateria.
A função primária de uma pilha é converter
energia química em energia elétrica, por meio de uma reação espontânea de troca
de elétrons entre duas espécies (eletrodos), geralmente metálica. Forma-se
um eletrodo no momento em que se tem um fragmento metálico imerso em uma
solução de seus íons. Atualmente, as pilhas e baterias de íons de lítio dominam
o mercado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário